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De sua súbita vertigem
Que te assola o olhar
Tentas ver o mundo com os próprios olhos
Eu te digo:
-Não consegues sozinho
E sozinho no mundo está


Com sua vida a beira do precipício
Afogado em teu profundo mar de desejos não vividos
Tentas de alguma forma viver alguns poucos
Eu te digo:
-Não consegues, morto já está
Inclusive hoje é o dia de teu honorável enterro
Todas as tuas angústias, dessabores e sonhos mortos
mortos

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